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Linguística: o que faz o seu profissional?

Sandra Maia | Profissional de lingüística

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O que é a linguística? Esta carreira é desconhecida por muita gente, mas de extrema importância para conheceremos nosso idioma e os fenômenos que o envolvem. Conversamos com a Professora e Doutora Sandra Maia, da Universidade Federal do Ceará, para entender melhor esta formação.

Sandra Maia graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Ceará. Antes de terminar o curso, como tantos outros alunos da época - e de hoje -, já estava no mercado de trabalho lecionando em uma grande escola. Após a formatura, conseguiu ingressar como professora substituta na Universidade Estadual do Ceará, local onde fez muitos amigos e ganhou muita experiência e também onde despertou a vontade de partir para a pós-graduação.

Fez especialização e em seguida, a convite de uma professora, fez seu doutorado na Universidade de Nantes, na França. Voltou para o Brasil e concorreu a uma vaga no curso de Letras da UFC, onde está até hoje.

O que faz um profissional de lingüística?

O profissional de linguística é antes de tudo um professor, um formador de professores e um pesquisador. Ele atua na área de ensino como estudioso dos fenômenos da língua, sejam eles formais, funcionais ou discursivos.

Quais são os melhores campos de atuação?

Os melhores campos são as escolas e as universidades. Mas o profissional de lingüística pode atuar também no domínio de traduções, legendagens, roteiros, edição e outras atividades que exijam o profundo conhecimento da língua e de seus usos.

Qual a média salarial para o profissional da área?

Não há um piso estipulado, podendo o profissional ter salários entre 1.000 e 7.000 reais, dependendo do nível de emprego.

Que outras profissões interagem diretamente com a linguística?

Muitas são as possibilidades, mas podemos destacar a literatura, a pedagogia, a comunicação social, a história, a filosofia, a psicologia, a sociologia, a fonoaudiologia e demais áreas da saúde, o direito e a administração.

Que conselhos você daria aos interessados?

Apaixonar-se pelo que fazem, cumprirem seu papel de educador da linguagem, valorizando as diferenças, reconhecendo como enriquecimento os processos distintos de aquisição da linguagem. É preciso desenvolver um significado para o ensino da língua, não como uma norma a seguir, mas como uma forma de dizer que alcance todos os entendimentos.



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