Saúde

Urticária

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22 de janeiro de 2008

O melhor tratamento é prevenir

A urticária é uma erupção alérgica que pode surgir de uma hora para outra, provocando intensa e incomodativa coceira e deixando a pele empolada, com placas avermelhadas e quentes. 

Essa reação é comumente desencadeada pela ingestão de alimentos, medicamentos ou por substâncias inaladas (perfumes, poeira, etc), mas também pode ser provocada por agentes físicos, como reação ao calor corporal durante a prática de exercícios, ou à exposição à água fria (casos de banhos de mar ou piscina com água gelada) ou à pressão contínua (no caso de longos períodos com sutiã, cintos ou roupas apertados).

É muito importante descobrir o agente causador da urticária para evitar seu contato direto com o organismo. No caso de alimentos, os mais comuns são os frutos do mar, amendoim, nozes, castanhas, morango, tomate e enlatados. Entre as medicações que mais causam reações estão a penicilina, a sulfa, a aspirina... Em geral, a pessoa que costuma ter urticárias é sujeita a outras manifestações alérgicas, como asma, bronquite  e rinite.

Mas, o estresse é outro fator desencadeador, fazendo com que a erupção apareça nas fases de maior tensão emocional e desapareça quando tudo se acalma. É mais difícil nesses casos comprovar a relação entre causa e efeito.

A urticária pode se apresentar de forma aguda, sumindo, no entanto,  em alguns poucos dias ou até mesmo em horas. Contudo existe um tipo de urticária que se manifesta de forma muito intensa e que se caracteriza por provocar inchaço. Essa forma pode ser perigosa se o edema atingir a garganta, dificultando a respiração e levando à asfixia. Trata-se de uma ocorrência rara, mas que exige medidas de emergência.

A urticária também pode ser do tipo recorrente, chamada crônica, quando o quadro é menos intenso, mas de longa duração – com as lesões indo e voltando ou permanecendo de forma contínua por meses.

Durante os períodos de crise, deve-se evitar alimentos como peixes, queijos, carnes defumadas e salames, carne de porco, picles, espinafre, tomate cru e ketchup, enlatados e morango, assim como bebidas alcoólicas, corantes, refrigerantes, sucos e chás engarrafados ou em latas.

Também é preciso cuidado com a exposição solar prolongada durante os surtos de urticária e, na hora de se enxugar, evitar esfregar a toalha no corpo.

O acompanhamento de um  dermatologista é fundamental, não só para prescrever a medicação oral e tópica que vai aliviar os sintomas como para ajudar a descobrir o agente causador, orientando o paciente na substituição de produtos que podem representar uma ameaça.

O que fazer para prevenir?

As pessoas propensas geneticamente a manifestações alérgicas e, em especial, a urticárias devem evitar roupas apertadas, banhos quentes e saunas, alimentos e medicações que ofereçam risco. 



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