DISCIPLINAS

Papo Sério

Como tomar boas decisões?

Fazendo a melhor escolha

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10 de março de 2015

A todo momento fazemos pequenas escolhas em relação à rotina: vamos comer? sair? estudar? ouvir música? conversar com os amigos? beber? Algumas estão tão automatizadas que nem percebemos que somos nós mesmos quem decidimos. Quer alguns exemplos? Ficar beliscando o tempo todo ou comer as coisas erradas quando a proposta é controlar o peso; ou perder o controle das suas responsabilidades por se deixar sempre levar pelas atrações do momento, como dormir, entreter-se demais no computador ou celular,  etc...

Há  escolhas, porém, que podem ter reflexo maior no futuro,  e que mesmo assim são feitas  no calor da emoção do momento. É por exemplo, abrir mão do uso da camisinha, pegar carona com o amigo que bebeu ou acompanhar o grupo em alguma loucura, que seria evitada se você não cedesse à pressão da ocasião.

Há ainda decisões mais complexas, em que temos mais tempo para refletir, como a escolha de um curso, de uma carreira, de uma viagem, ou até o abandono dos estudos! 

Em qualquer dessas situações somos sempre os responsáveis pelas nossas escolhas e vamos ter que conviver com as consequências delas.  Por isso é melhor ter sempre em mente as seguintes perguntas: “isto é o melhor para mim e para os meus sonhos?” ou “isto pode atrapalhar o meu futuro?”

Dicas a considerar

Quando se é criança, os pais escolhem e decidem tudo. À medida que crescemos, ganhamos gradativamente autonomia.  Passamos mais tempo sob o nosso próprio controle, seja em casa, na rua, com colegas, com o(a) namorado(a), em festas, em atividades esportivas... Enfim, as chances de tomar decisões por conta própria aumentam.

Mas como dimensionar riscos e perigos? Fazendo como um surfista aprendiz: comece com ondas pequenas, que não ameacem nem assustem e as quais você está acostumado, ou seja, evite situações ameaçadoras. Entre apenas naquelas que lhe são mais familiares, que se afinam com os conceitos que orientaram a sua educação. 

Se você é uma pessoa impulsiva (e em geral os jovens são!), fique mais atento para não se deixar arrastar pelas suas emoções. Decisões com base em emoções exaltadas são sempre suspeitas.



Na hora da raiva, dizemos e decidimos pelo que é menos sensato; na excitação, pelo que  é mais perigoso; na preguiça, pelo que é mais fácil (que nem sempre é o melhor!); na tristeza, nos deixamos influenciar pelo desânimo. Então, dê um tempo. Deixe a onda passar. Não tome decisões precipitadas. Controle suas palavras e suas emoções para decidir o que fazer depois, quando a cabeça estiver mais fria.

E nas escolhas mais complexas, que podem definir sua carreira, ou sua vida afetiva?  Já que não há bola de cristal que permita dar uma olhadinha no futuro para facilitar uma decisão, fique atento aos fatos, busque o máximo de informação, ouça muitas opiniões até amadurecer a sua. Nada de gurus para decidir por você! É bom ouvir as pessoas que você respeita e admira, apenas para refletir sobre o que elas disseram. Mas a decisão final deve ser sua, pois afinal é você quem vai viver o que escolheu. 

 

 



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