Oi Educa


Busca com a palavra exata
Área de login
 
Esqueceu sua senha?
Assine Agora!
Professor web
Escolha a matéria e faça a sua pergunta:
 
10 Coisas ...
Aula Online
Banco de Imagens
Cálculos
Cantando História
Cartazes Temáticos
Educação Infantil
Especiais
Estudo Interativo
Ferramentas
Filosofando
Hora do Recreio
Jogos Educacionais
Laboratório Virtual
Literatura
Mapa de Conteúdos
Ortografia
Pesquisa Escolar
Sociologia
Tirando de Letra
Aprenda Sozinho
Colunistas
Conhecendo seus Filhos
Acontece
Convivendo com a Diferença
Desvendamos Mistérios
Dia-a-Dia
Finanças Pessoais
Leitura Dinâmica
Meninos e Meninas
Nunca é Tarde para Aprender
Pais, Filhos e Netos
Papo Sério
Que Dia é Hoje
Saúde e Bem Estar
Fale conosco
Assine Agora!

 HOME Educa » FAMÍLIA » PAPO SÉRIO 


Papo Sério
rss
Data: 14/02/2010 
compartilhe em: Twitter Facebook Windows Live del.icio.us Digg StumbleUpon Google  recomende!
   Últimos textos
publicados
 

DSTs sempre à espreita

Conheça o Parkour nas férias!

Você tem jogado tempo fora?

Fato ou versão?

Adolescentes e as constantes mudanças

Técnicas de relaxamento para o vestibular e ENEM

AFOGAMENTOS
Uma perigosa rotina no verão

Calor e água combinam perfeitamente, mas o que costuma estragar essa harmonia  são as imprudências dos banhistas. Segundo o Corpo de Bombeiros, o afogamento é a segunda causa de óbitos em jovens e adultos, só perdendo para os acidentes de trânsito.

O consumo de álcool e de outras drogas está entre os principais motivos de afogamento, e não é difícil de entender o porquê: o indivíduo perde a percepção do local e dos perigos que corre, dificultando uma reação rápida caso caia em um buraco ou seja levado por uma onda. Além disso, o banhista pode vomitar, e isso acelera o afogamento. 

Mas outras imprudências também aparecem com freqüência nas estatísticas de afogamento de jovens banhistas: superestima da própria capacidade, brincadeiras com “caldos” e “trotes” em amigos e, ainda, mergulhos em locais desconhecidos, que são sempre arriscados.  

As pessoas mais jovens se arriscam mais, principalmente quando estão em grupos da mesma idade, porque acreditam que nunca irão se afogar e não analisam os riscos que correm, inclusive um possível problema de cãibra.

O "candidato" a afogamento é aquele que costuma ignorar as recomendações e orientações dos salva-vidas, entre elas as placas de sinalização que indicam as áreas de correnteza, onde as águas ganham mais força e tiram as forças dos banhistas. As correntes de refluxos de água correm da praia para o mar e podem surpreender até nadadores experientes. Elas são responsáveis por 80% dos afogamentos no mundo.

Dois grandes riscos são o do “pretenso nadador” e do nadador capacitado. No primeiro caso, o sujeito pensa que sabe nadar e até sabe alguma coisa, mas não o suficiente. No segundo caso, ele se sente tão preparado que abusa e se afasta da zona de arrebentação das ondas, se expondo. Você sabia que metade das mortes por afogamento são de pessoas que sabem nadar?

Também é preciso ficar alerta porque o perigo de afogamento não está apenas nas praias. Muitos casos acontecem em rios, represas, lagoas, cachoeiras e em locais isolados. Em rios, o risco maior é a profundidade e a força da correnteza. O lugar mais seguro para se banhar ou nadar é sempre perto da margem.

Se você quer aproveitar um verão curtindo algumas das alternativas aquáticas que o  país oferece e evitar problemas, siga as dicas abaixo.

Dicas do Corpo de Bombeiros para curtir o verão sem sustos:

- Entrar no mar nos locais e horários em que houver guarda-vidas. Se o local for deserto e não tiver o apoio dos Bombeiros, o cuidado deve ser redobrado.
- Respeitar as placas de sinalização de áreas que possuem correntezas fortes e buracos. 
- Nadar longe de pedras;
- Evitar nadar sozinho;
- Ficar com a água – no máximo - na altura da cintura. Evitar águas profundas, mesmo que a pessoa saiba nadar;
- Não consumir bebidas alcoólicas antes de entrar na água;
- Não entrar na água após ingerir lanches e demais refeições;
- Evitar brincadeiras fingindo afogamento e, ainda,  “caldos” ou “trotes” porque a profundidade de um rio ou de uma piscina pode ser pequena e saltos podem machucar ou contribuir para um possível afogamento;
- Antes de pular ou saltar em rios, lagos ou represas, checar a profundidade do local e ver se não tem buracos ou pedras;
- Quando chover saia da água, pois há o risco de raios.

Providências em casos de afogamento

Se você presenciar algum afogamento, chame rapidamente um salva-vidas, pois o salvamento aquático é de alto risco e exige treinamento e preparo físico Se não houver um salva-vidas por perto, é preciso manter a calma e ajudar com recursos como bóias, cordas e pedaços de madeira.  A tentativa de salvamento só deve ser feita por alguém que saiba nadar e tenha boa resistência física, juntamente com outra pessoa para auxiliar.

Não seja afoito com a Natureza, respeite-a para se resguardar!
 



Deixe seu comentário
Seu nome:
Seu e-mail:   
Veja os comentários

quais as pricipais vitima
caro

voçes explicam bem achei legal agora meu trabalho ests pronto tchau
stephanie

   
   Veja outras matérias desta seção: