ALERGIAS ALIMENTARES TARDIAS
Por Maribel Gonçalves de Melos Alergias alimentares tardias incomodam mais do que se imagina e se sabe. Tenho visto em meu consultório diariamente pessoas mudarem, para melhor, sua qualidade de vida ao eliminarem do seu cardápio alimentos alergênicos. Os motivos pelos quais as alergias alimentares tardias vêm surgindo são inúmeros, mas o principal deles reside na monotonia alimentar do nosso cardápio diário. Reduzir alimentos potencialmente alergênicos no dia-a-dia e procurar variar os alimentos que consome são atitudes que ajudam a evitar alergias tardias que se manifestam na forma de coriza nasal, irritação nos olhos e garganta, zumbido no ouvido, dor de cabeça, gases, constipação, irritabilidade, cansaço frequente... São muitos os sintomas relacionados às alergias tardias e só percebemos a melhora quando excluímos o(s) alimento(s) causador(es) do problema. Quando voltamos a ingeri-lo(s), nos certificamos que ele ou eles eram a causa dos nossos problemas Os alimentos mais comumente reativos são: - leite de vaca e derivados - trigo, centeio e cevada - tomate - açúcar - amendoim e castanha do Pará - chocolate e café - frutas cítricas e morango - soja - peixes e frutos do mar - conservantes e aditivos alimentares - corantes e aromatizantes artificiais Normalmente, a pessoa é alérgica ao alimento que ela mais gosta devido à liberação de histamina que relaxa e dá sensação de prazer. Então, como descobrir? A bioressonância dá diagnósticos das alergias alimentares (vegateste), em consultórios. O início do tratamento indicado se faz através da dieta alimentar adequada e da reposição de nutrientes que possam ser necessários para promover a melhora dos sintomas apresentados. OBS: Maribel Gonçalves de Melos é nutricionista.
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