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Por que o diamante é tão duro?

A  A  A     

25 de setembro de 2014

O diamante, na verdade, não é uma rocha e sim um mineral. Você sabe qual a diferença entre eles?

Rocha é o conjunto de minerais ou, apenas, um mineral consolidado. As rochas, então, não possuem uma composição única, muito menos uma fórmula química definida. Já os minerais possuem uma estrutura homogênea e propriedades físico-químicas constantes.

Vejamos um exemplo:


o Granito é uma rocha e esta é constituída de três minerais essenciais que são o quartzo, a mica e o feldspato. O que podemos perceber é que a rocha, no caso, o granito, possui este conjunto de minerais, e os minerais são partes integrantes da rocha, porém, cada um com sua individualidade.

Mas, e os minérios, o que são? Vamos investigar!


Os minérios são associações de minerais que podem, ou poderão, ser explorados economicamente. Um mineral que, em determinadas épocas, se torna um minério importante, devido a circunstâncias de ordem cultural, momento histórico etc, pode perder sua importância, desde que outros produtos naturais ou sintéticos venham substituí-lo, podendo, também, dar-se o contrário.

Os grupos de minérios mais importantes, do ponto de vista econômico, são aqueles compostos por mais de um metal, como no caso do chumbo, prata, ferro ou cobre. Pode, inclusive, ser extraído somente o metal mais valioso ou o mais útil, deixando o resíduo que é conhecido como ganga.

Agora que tal lermos sobre os diamantes? 

Diamante é a forma mineral de carbono, considerado pedra preciosa e usado em diversas aplicações industriais.

O diamante é considerado a substância mais dura da Terra. É carbono puro comprimido em uma estrutura cristalina cúbica compacta. Os diamantes brilhantes têm um índice de refração alto: a luz que entra em um cristal lapidado pode sair pela mesma face dando uma falsa impressão de brilho. Produzem-se cintilações de luz coloridas em um diamante quando a luz se decompõe em cores.

Ele é encontrado em diferentes variedades, como o diamante incolor (uma gema cristalina), o bort e o carbonado. O bort tem imperfeições cristalinas, é muito duro e de cor escura. O carbonado, ou diamante negro, é uma variedade opaca, de cor cinza ou negra, não esfoliável. Na indústria, usa-se estes dois últimos tipos em trabalhos de entalhe e polimento e no fio de brocas e outras ferramentas de corte. 

Propriedades do diamante

É a mais dura substância conhecida, recebendo índice 10 na escala de dureza de Mohs. Cristaliza-se no sistema cúbico. Suas formas cristalinas mais comuns são octaedros e dodecaedros, embora também possam existir em outras formas, como cubos. Os diamantes mostram uma ampla gama de transparências e cores. As melhores gemas são transparentes, enquanto as pedras incolores, conhecidas como diamantes brancos, são muito apreciadas. Duas características importantes dos diamantes, quando se usam como pedras preciosas, são o brilho e o fogo. Sem o corte, possuem um brilho gorduroso e não são brilhantes. Mas, quando cortados, mostram um forte brilho chamado tecnicamente de diamantino.

Além disso, apresentam uma dispersão elevada (separação das cores da luz branca), de tal maneira que a pedra cintila quando cortada de forma adequada. A lapidação é a razão do brilho, e quanto melhor forem suas proporções, mais o diamante vai jogar luz criando mais brilho e cintilação. A lapidação é talvez um dos mais importantes fatores nos 4 "C"s (Color, Clarity, Cut e Carat), em inglês devido ao padrão americano, em português seria: Cor, Pureza, Lapidação e Peso). Através deles é que se caracteriza o brilho de um diamante. 
 
A lapidação é com certeza o mais mal interpretado e controverso dos 4 "C"s. Quando falamos a respeito da lapidação, estamos nos referindo a muito mais que a forma da pedra. Estamos falando sobre os ângulos exatos, proporções, simetria, e o polimento que afeta a maneira como um diamante lida com a luz. Como você pode saber se um diamante está bem lapidado?

A resposta mais comum é falar sobre as proporções: se a pedra é baixa demais, se está muito comprida ou se está certa, proporcional. Mas a questão é que para ela estar bem lapidada não basta que as proporções estejam corretas. Uma pedra bem lapidada é cuidadosa e precisamente trabalhada: todas as facetas tem que estar precisamente onde deveriam e polidas até brilharem. Para estar bem lapidado, um diamante deve ter as proporções corretas, simetria precisa, e um polimento fino.

Se você escolher um corte esmeralda, uma oval, uma navete, brilhante (redonda) ou qualquer outra forma, um diamante bem lapidado vai refletir luz proporcionalmente na posição com a mesa para cima, sem áreas escuras. Um diamante bem lapidado reflete a máxima quantidade de luz para os olhos como brilho. A simetria se refere a como as facetas estão em relação umas as outras, o que determina a eficiência delas "jogarem" luz entre elas. 



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