Conselho criado nos Estados Unidos pretende popularizar o uso destes carros.
Foi lançado nos Estados Unidos o Electricfication Leadership Council, criado por algumas das maiores empresas estadunidenses, FedEx, Hertz, GE Capital e Pacific Gas and Electric Company. Na prática, isto significa a criação de um conselho que visa popularizar o uso de veículos elétricos. Inicialmente, a entidade pretende estabelecer um projeto piloto para avaliar o uso de veículos em grandes frotas comerciais e tentar demonstrar que eles já são uma boa opção para a iniciativa privada.
O barateamento destes veículos também é uma preocupação do conselho, que promete disponibilizar os recursos necessários, como centros de recarga, mão de obra especializada e maior facilidade na compra de veículos, para tornar os mercados mais acessíveis aos carros elétricos.
Segundo, Mark Aubry, vice-presidente da Navistar, a tecnologia já está disponível, o que estava faltando era um maior interesse da iniciativa privada para trazer os carros elétricos para o dia a dia das pessoas. O ano de 2012 será decisivo para o futuro desse modo limpo de transporte.
Veículos elétricos: uma alternativa ambientalmente saudável Em evidência na mídia, os veículos elétricos são uma alternativa ambientalmente saudável. Como estes meios de transporte são movidos por motores elétricos em vez de um motor a combustível, eles não emitem quaisquer gases com efeito de estufa, como o gás carbônico, por exemplo, sendo assim denominados Zero-Emissões. Além da redução da poluição atmosférica, estes veículos são mais vantajosos em relação à emissão de ruídos quando comparados aos modelos tradicionais com motor a combustão. A economia nos combustíveis também é uma das vantagens desta inovação automotiva. Já que eles têm tantas vantagens, por que ainda são pouco usados? A resposta está nos altos preços que apresentam em relação aos carros normais, apesar dos benefícios fiscais concedidos por alguns países europeus. A autonomia destes carros, que vai de 100 a 200 quilômetros, também é um dos entraves para a popularização. Ela ainda é dependente do desenvolvimento químico de tecnologias associadas às baterias. Efeito estufa A maior parte de radiação solar que atravessa a atmosfera é absorvida pela superfície terrestre para aquecê-la. O que não é absorvido é refletido e volta para o espaço. Mas parte da radiação refletida não está sendo enviada de volta, pois está sendo retida pelos gases estufa, que envolvem a Terra. O resultado disso é um aquecimento além do necessário. Apesar de ser associado ao aquecimento global e ter uma conotação negativa, o efeito estufa é um processo natural que impede a elevação excessiva da temperatura. É ele que torna a vida concebível no nosso planeta. As complicações ocorrem quando há uma alta concentração de gases estufa no ambiente, agravando o processo. Com o aumento da temperatura, muitas mudanças climáticas ocorrem juntas, como o derretimento das calotas polares, furacões, grandes tempestades e tornados. Europa exige compensação por emissão de gases-estufa Apesar da emissão de gases estufa de companhias aéreas serem baixas, a União Europeia vem exigindo, desde o dia 1° deste mês, uma compensação das emissões de empresas que fazem voos para o bloco. A justificativa é de que a liberação desses gases por meio de aviões vem crescendo; elas subiram 61,8% de 1990 a 2009, entre os países do Anexo 1 do Protocolo de Kyoto. Até agora, quatro empresas estadunidenses aderiram às normas, mediante repasse de custos aos consumidores finais. Mas o país ainda apresenta resistência à nova medida, assim como a China, que já anunciou o não cumprimento da medida, e a Índia. A maioria das empresas aéreas norte-americanas espera um posicionamento formal do governo Obama quanto a essa questão.
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